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Noções Básicas de Excel

7 de fevereiro de 2012 4 comentários

Para utilizar o Excel para controle e gerenciamento, começaremos com os conceitos básicos mais utilizados e depois veremos algumas funções e a própria tabela dinâmica. Com estes conceitos em mãos, teremos um resultado melhor.

O que é o Excel?

A pergunta pode parecer ter uma resposta óbvia à princípio, mas o fato é que muitas pessoas não conhecem, de fato, as aplicações do programa. Destas, a grande maioria sabe que se trata de um programa de planilhas eletrônicas, mas alguns não sabem o que é uma planilha e o restante não tem a menor idéia de como usar essas planilhas eletrônicas, preenchendo-as como se fossem uma impressão, fazendo com que elas percam totalmente sua utilização inicial.

Principalmente no nosso caso, que faremos controles gerenciais nelas, necessitaremos entender seu contexto.

Importante considerar que existem versões diferentes de Excel. Cada uma delas tem o comando em um lugar diferente, apesar dos comandos em geral serem os mesmos.

Os conceitos básicos são iguais para todas, o que muda mesmo é o layout e algumas funcionalidades que foram acrescentadas com o tempo.

Para estudo, utilizaremos o Excel 2010 como base.

Do que é composto o Excel?

Logo que você abre o Excel, você nota que ele tem um formato de tabela, tendo linhas e colunas.

Na vertical você tem as colunas nomeadas por letras e na horizontal você tem as linhas nomeadas por números. A composição de linha e coluna forma uma célula. Por exemplo: a célula A1 é a junção da coluna A com a linha 1. Quando você quer encontrar uma informação mais facilmente, você pode citar a célula em que ela se encontra, fica mais fácil de se achar na planilha, pois ela se transforma num ponto específico a se checar.

Cada uma dessas células pode ser programada com uma função que visa executar uma rotina. Essas funções tem por intuito facilitar a vida do usuário, evitando que ele fique refazendo cálculos ou pesquisas ou afins.

Na parte debaixo da planilha você vê as abas, normalmente essas abas se chamam Plans. Elas tem a função de separar dados isolados ou de permitir que planilhas muito grandes sejam divididas para caber todo o conteúdo em um mesmo arquivo. Apesar dos dados estarem separados por abas, através de funções é possível unificar cálculos, pesquisas e afins, o Excel possui este recurso.

Funções

Para inserir uma função, basta clicar na célula desejada e inserir o sinal =.

Toda vez que este sinal é inserido antes de qualquer coisa, ou seja, o primeiro caractere, o Excel entenderá que se trata de uma fórmula, uma função.

Comecemos por uma função bem básica:

Na célula A1, digitem =2+2 e cliquem Enter. Notaram que ele executou a conta?

É justamente esta a função de uma fórmula, automatizar processos.

Num próximo passo faremos o seguinte:

Na célula A1 digitem 2 (numeral) e na célula B1 digitem 3. Na célula C1, digitem a fórmula desta maneira: =A1+B1 e cliquem Enter.

Ele executou a operação, correto?

Ok, agora vão na célula A1 e troquem o valor por 3. Notaram que ele executou a troca automaticamente?

Pois bem, este recurso é muito útil para quando temos uma planilha que precisa ficar sendo preenchida e deste preenchimento alguns cálculos são executados, afinal, desta forma, eles passam a ser automáticos.

Em tempo: os sinais à serem utilizados para as 4 operações básicas de matemática são:

 

+  para somar

-   para subtrair

*   para multiplicar

/   para dividir

 

Treinem bastante e não percam o próximo post com mais dicas!

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Controles Gerenciais

20 de janeiro de 2012 Deixe um comentário

Existem hoje no mercado muitas formas para se controlar e gerenciar informações, materiais, pessoas, processos e assim por diante. O que as difere são, basicamente, os conceitos envolvidos e, obviamente, os custos. Por isso, é importante ter uma solução que atenda as suas necessidades sem extrapolar seu orçamento.

Muitas vezes a melhor solução disponível em termos de processos, por exemplo, pode onerar seu caixa desnecessariamente, quando uma simples planilha de Excel bem utilizada já resolveria o problema.

Às vezes a planilha de Excel não atende completamente suas necessidades, gerando outros custos que, às vezes, ficam até maiores do que ter uma solução melhor, ou às vezes nem se trata de custos, mas uma nova ferramenta pode dinamizar seus processos internos e criar um diferencial competitivo, o que deverá acabar gerando mais vendas e maior qualidade no atendimento, melhorando a percepção do cliente, o que por sua vez tende a melhorar a retenção do mesmo e assim por diante. Os pontos à serem considerados são diversos.

Frente à isto, percebemos então que para escolher os métodos de controle e gerenciamento, o mais importante é o planejamento. O planejamento deve ser feito em função das necessidades de cada negócio. Portanto, é importantíssimo, que você como líder da sua empresa, seja em qual posição for, conheça seu negócio como a palma da sua mão. 

Toda aquisição que gera custos, deve ser bem analisada, mesmo que caiba dentro dos seus orçamentos. Investimentos desnecessários são perda de dinheiro e, portanto, não são toleráveis em uma administração consciente e saudável, posto que a função de toda empresa é gerar dinheiro, ainda que hajam outros pontos à serem respeitados e considerados, mas este é o intuito de toda empresa, gerar dinheiro (do contrário seria uma ONG). 

Baseando-nos nisto, passaremos nas próximas semanas a ter alguns posts relacionados à sistemas aqui, como Excel, Access, Visio e qualquer outro que seja relevante e disponhamos de conhecimento para tal.

Fiquem à vontade para fazer indicações do que precisam ver aqui, incluindo posts sobre outros assuntos: focoemnegocios@gmail.com

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Cultura Organizacional: o que é e como isso impacta seus negócios?

10 de outubro de 2011 Deixe um comentário

Antes de falarmos de cultura organizacional, devemos nos remeter ao significado do termo. Portanto:

Cultura | s. f.

1. Ato, arte, modo de cultivar.

2. Lavoura.

3. Conjunto das operações necessárias para que a terra produza.

4. Vegetal cultivado.

5. Meio de conservar, aumentar e utilizar certos produtos naturais.

6. [Figurado]  Aplicação do espírito a (determinado estudo ou trabalho intelectual).

7. Instrução, saber, estudo.

8. Apuro; perfeição; cuidado.

Organizacional | adj. 2 g.

(organização + -al)

adj. 2 g.

Relativo a organização.

Fonte: http://www.priberam.pt/dlpo/Default.aspx

 

Logo, considerando que se uma organização (empresa) existe, ela existe para produzir algo, seja um produto ou serviço, e não é demais dizer que ela estabelece processos e procedimentos visando melhorar a produtividade para obter os melhores resultados, de acordo com a sua visão de negócios.

No entanto, a maneira como ela enxerga esses processos e procedimentos e a maneira como ela cobra isso dos funcionários, bem como se relaciona com fornecedores, parceiros, clientes e afins, define como será sua cultura organizacional.

Por isso, é muito importante que ela tenha bem definidas sua missão, visão e valores, bem como os fatores críticos de sucesso. Com isso em mãos, ela pode desenvolver melhor sua dinâmica de trabalho e seu modo de lidar com as situações e problemas.

Missão: define o que a empresa faz, a razão da sua existência;

Visão: define onde ela quer chegar ao longo do tempo;

Valores: define aquilo que ela acredita como sendo importante;

Fatores Críticos de Sucesso: define aquilo que efetivamente é importante para obter sucesso no seu negócio;

Uma vez considerado que a cultura organizacional nada mais é do que o modo como as pessoas se relacionam dentro daquele ambiente específico (naquela empresa), percebemos então que ela é responsável por gerar tanto pontos positivos como negativos aos co-relacionados. Por exemplo: se uma cultura é rígida demais, provavelmente gerará stress nas pessoas, o que por fim, geralmente, acaba afetando a produtividade. Por outro lado, se esse stress for bem trabalhado, pode eventualmente gerar uma competição interna por resultados. Outro caso, se ela é complascente demais, as pessoas tenderão a confundir sua vida profissional com a sua vida pessoal e isso, eventualmente, poderá prejudicar a produtividade. No entanto, ao confundir essa situação, elas passarão a trabalhar em horas livres, o que pode acabar sendo bom para a empresa. Note que em ambos os casos não há certo ou errado, há aquilo que os gestores consideram melhor para a organização, por isso mesmo é tão importante ter um líder que saiba guiar bem a empresa fazendo-a atingir os resultados esperados. Muitas empresas não se importam em ter um alto índice de rotatividade de funcionários, outras, no entanto, ficam extremamente preocupadas com a retenção de talentos, considerando-os como capital intelectual da organização, ou seja, um diferencial de mercado.

Além da visão da empresa, cada pessoa que se junta à essa organização agrega algum valor, ideologia, conceito, entre outros, novos à ela. Talvez até por isso os RHs venham se preocupando tanto, não apenas com as habilidades técnicas como também, com a postura profissional dos seus funcionários. Isso relembra um velho ditado popular: “Uma maçã podre estraga todo o cesto”.

E baseados nisso, podemos então comentar sobre a tão famosa “rádio-peão”, aquela mesma que espalha boatos e que informa à todos em tempo recorde sobre tudo o que acontece na empresa, não necessariamente imparcialmente. Ou seja, muitas vezes gera mais problemas do que propriamente informação. Foi por causa dela que se tornou tão importante a comunicação interna dentro das organizações, evitando “pânico” e informações destrutivas. Isso, por fim, melhorou as perspectivas dos funcionários e, em muitos casos, melhorou a motivação destes e, por fim, a produtividade.

Concluindo, o que importa em uma cultura organizacional é tê-la bem planejada de modo que ela traga os resultados que se espera e, preferencialmente, propicie um ambiente cada vez mais produtivo.

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Consultoria financeira pessoal para o fim do ano

28 de setembro de 2011 Deixe um comentário

Mais um ano vem chegando ao fim e consequentemente, para a grande maioria da população, mais uma vez haverá todo o velho problema do fim do ano com dívidas para o Natal e situação financeira apertada para o começo do ano, seja para viajar ou para comprar o material escolar dos filhos e afins.

Estamos, hoje (28/09/2011), há 94 dias do fim do ano. Isto representa praticamente 3 meses do total. Pode parecer muito tempo quando falamos, mas lembre-se, você receberá seu salário só mais 3 vezes este ano. Se o dinheiro não for bem planejado, poderão haver problemas para controlá-lo e, evidentemente, não será possível realizar toda a sua programação.

Uma boa maneira de planejar estas despesas é contratar uma consultoria especializada que consiga controlá-las de forma adequada, facilitando sua visibilidade frente as suas próprias finanças e possibilitando que se obtenha sucesso, conseguindo tudo o que se espera.

Meu nome é Henrique Zanon e tenho uma vasta experiência em Planejamento e Análise Financeiros. Estou com uma promoção especial para quem precisar deste serviço até o dia 15/10/2011. Entre em contato comigo por e-mail e passarei maiores informações: focoemnegocios@gmail.com

Desejo sucesso à todos!

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Liderança – Expandindo horizontes…

1 de fevereiro de 2011 1 comentário

Na atualidade, é indiscutível a necessidade de liderança para guiar empresas. As maiores empresas do mundo reconhecem e valorizam este tipo de profissional, pois compreendem a real necessidade das suas presenças e o diferencial que eles trazem aos negócios.

Existem por aí diversas teorias revolucionárias sobre liderança e como elas devem ser utilizadas. De fato, autores renomados falam sobre o assunto com muita propriedade e estudo. Entretanto, o que percebo é que, no fundo, poucas pessoas que deveriam conhecê-las, as conhecem de fato, ainda que esta não seja uma ciência exata, e isto se deve à vários fatores.

Neste tópico abordaremos muitas das interfaces deste problema.

Existem 2 termos muito utilizados por aí: Cabeça de Chefe e Cabeça de Funcionário.

Vamos distinguí-los, uma vez que caracterizam bem o princípio das teorias de liderança, tanto no que se deve fazer como no que não se deve fazer, mas antes vamos fazer algumas ponderações para entendermos melhor como surgiram estas formas de pensamento:

Do homem das cavernas até hoje tivemos uma evolução social muito complexa. Diversos fatores, sejam naturais ou causados pelo próprio homem, contribuiram para o estágio em que chegamos hoje e não vai parar por aí.

O homem primitivo era nômade e isso implica dizer que ele era completamente autônomo, agindo por conta própria, sem prestar contas à nada e nem à ninguém.

Conforme as interações sociais foram ocorrendo, houve a necessidade de adaptações sociais, como estabelecer-se em um local fixo, trabalhar em prol do bem comum, criar regras e assim por diante. Com isso, começaram a estabelecer-se os primeiros vínculos humanos além da família, sem falar na valorização desta também. Em outras palavras, isso foi reforçando a idéia de propriedade, seja de amigos, de família, de terras e assim por diante, sem falar na hierarquização social. As tribos passaram então a ter um chefe, que seria responsável por organizá-la em conjunto com seus colaboradores e assim por diante. Juntamente com isto, começaram a aparecer as questões de poder, pois se a pessoa passa a ter algo diferenciado, automaticamente ela se compara com a outra e, quem tem “menos”, seja isso psicológico ou físico, vai tentar superar o outro, este é o processo humano mais natural.

Após o estabelecimento do poder, quem estava no poder queria cada vez mais poder e precisava se manter nele, portanto, houveram várias atitudes bizarras e histórias da cripta, como a escravidão, as quais não são parte do escopo deste texto.

Com isso, iniciou-se a competição por “cada vez mais” e, de certa forma, podemos dizer que o capitalismo começou aí, ainda que não existisse moeda nesta época, mas o conceito, a idéia, foram fundados baseando-se nisto.

Considerando o dito acima, levamos em consideração também a intenção de facilitar a troca de bens de uma forma mais “justa”, quando então foi criada a moeda para acabar com os sistemas de troca aleatórios. Esta padronização reforçou a questão do poder, pois agora o poder podia ser mensurado com uma exatidão maior, assim como é hoje em dia.

É interessante notar que o poder sempre existiu nas relações humanas, pois o ser humano detém uma característica chamada Ego. Do poder bruto e ignorante, passamos à formas refinadas de poder e manipulação para obter benefícios próprios, mas todos eles tem o mesmo objetivo.

Logo, o que nos torna diferentes dos animais hoje é o refinamento da dominação, mas no íntimo dos nossos seres, somos animais vivendo a lei do mais forte e se adaptando à realidade constantemente. O mais forte prevalece, exatamente como na natureza entre os animais, mas não temos esta impressão devido ao refinamento da manipulação que vivemos e quem demanda esta dominação, obviamente, não compartilha os segredos dela.

Se adaptar, agora, tem a ver com estar dentro do padrão criado, a moeda. É ela quem denomina o mais forte e ponto final. Se duvida, tente ser um indigente e perceba da pior maneira possível.

É claro que existem diversos fatores no meio desta história, mas não é o escopo deste texto traçar um paralelo histórico preciso, e sim apenas entender como chegamos onde estamos hoje.

Mas o que isso tudo tem a ver com liderança?

Simples, quem vai liderar alguém o fará com estes tipos de pessoas, que pensam da maneira como foram se adaptando ao longo da história e, portanto, é necessário entendê-las para saber como guiá-las. É quase como ler o manual de um jogo.

E liderar não é mandar, é exercer influência. É necessário deixar este conceito claro.

Portanto, é absolutamente necessário saber como fazer para efetivamente fazer e funcionar.

O  livro “O Monge e o Executivo” do James C. Hunter aborda de uma maneira interessante a maneira como se deve olhar a liderança, indico a leitura (e re-leitura).

Baseando-nos nisto, vamos agora fazer 3 definições: Cabeça de Chefe, Cabeça de Funcionário e Cabeça de Líder.

Cabeça de Chefe: Como foi dito acima, quem tem poder quer mais poder ou, no mínimo, manter o que já conseguiu, trata-se de uma sentença lógica. Isto, por si só, já induz a pessoa a ter uma visão distorcida das coisas, pois perante a natureza somos todos iguais. O que torna alguém chefe é o fato de ele ter um poder reconhecido por outro(s) baseado em “n” fatores como ter mais dinheiro que alguém, ter mais terras do que alguém, ser mais forte do que alguém, enfim, as relações são muitas, mas o princípio disto é que o subordinado depende do chefe e, portanto, se submete ao seu poder, seja por livre e espontânea vontade ou por pura falta de opção.

Sabendo disto, o chefe acredita que o subordinado é alguém inferior, alguém que deve acatar e se submeter à qualquer coisa que ele deseje, quase como um escravo ou às vezes como um escravo propriamente dito.

Este tipo de pensamento não está restrito à proprietários de bens/condições, mas também à outros funcionários que possuem subordinados, o que torna este tipo de pensamento ainda mais bizarro, já que no fundo ele é tão funcionário quanto o outro.

Isto demonstra o poder psicológico envolvido e a visão distorcida ocasionada meramente por um ponto: submissão.

A pirâmide criada pela economia e, posteriormente na economia global, que se baseia no direito de propriedade e na moeda que regulariza isto, fez com que muitas pessoas se submetessem-se à isto e, com o passar do tempo, isso se tornou tão comum que as pessoas nem mesmo questionaram mais esta dinâmica. É o normal, padrão.

Logo, elas se graduam, se matam, para se submeterem à pessoas que muitas vezes sabem menos do que elas, mas que por possuirem um cargo/status maior que o seu impõem-lhe condições que, obviamente, só beneficiam à elas mesmas, tratando o funcionário como um número.

No começo da administração isso funcionava muito bem, mas com a ampliação constante do conhecimento através da internet e outros meios, este tipo de relação vem perdendo força consideravelmente. Daí surgiu a necessidade de haver liderança, conceito que falaremos mais abaixo, mas ainda vemos este tipo de mentalidade muito propagada por aí, principalmente em regiões menos favorecidas.

Cabeça de Funcionário: No outro extremo vemos o ponto de vista do funcionário medíocre. Aquele que, por definição, é alguém sem comprometimento com a empresa, visando apenas obter benefícios pessoais em relação ao empregador.

Este tipo de pessoa não se importa com o que faz, quer apenas receber seu salário e ir embora no horário. E veja, ir embora no horário é um direito dele, muito justo. Entretanto, assim como ele precisará certas vezes de tempo para ir ao médico, dentista ou compromissos pessoais em geral, seu empregador também poderá necessitar dele para executar algo que seja urgente. Ou seja, deve existir um balanço nesta relação, mas o funcionário que tem mentalidade de funcionário, não pensa assim. Como dito, ele só se preocupa com o que é do seu interesse.

Desta forma, ele não se preocupa em agregar valor à empresa, em se tornar melhor. Pensa sempre em uma maneira de tirar vantagem e é simplesmente isso.

E por agir assim, seu empregador, obviamente, não reconhece nada do que ele faz. Ele, por sua vez, não vê a razão disto e culpa o empregador pelo seu fracasso, sem jamais se questionar porquê aquilo está acontecendo.

Este tipo de conduta surgiu à partir da escravidão, quando o trabalho era visto como algo ruim, já que não rendia frutos, apenas sofrimento.

Há um ditado que diz “O trabalho dignifica o homem”, mas certamente esse não é o ditado preferido deste tipo de pessoa, pois ele não entende que o trabalho é feito em prol de algo melhor, maior. Ele simplesmente vê o trabalho como um problema necessário para viver, ponto final.

Cabeça de Líder: O líder não necessariamente é um chefe. Liderar é exercer poder através de influência e não através de autoritarismo.

Por isso mesmo um líder é alguém muito bem quisto, pois as pessoas o seguem ao invés de ter que fazer o que ele manda. As pessoas defendem-no por vontade própria e não por obrigação.

Desta forma, é possível que um funcionário lidere chefes, colegas de trabalho e afins. O ideal, é claro, é que todo chefe fosse um líder, mas são raros os que entendem esta dinâmica.

Por estar associada ao poder a liderança muitas vezes é mal compreendida. A liderança, em si, é uma forma de poder, mas trata-se de um poder maleável, não fixo, que demonstra, que faz, que vai além. Daí surgiu o termo líder-servidor.

É fácil identificar um líder, justamente porque ele se revela por suas ações/atitudes e não por seu status/cargo. As pessoas reconhecem um líder quando vêem um.

Duas das características básicas de um líder são a compreensão e o respeito, SEMPRE. Você jamais vai ver um líder que não siga estas premissas, justamente porque elas são premissas básicas de convivência nos relacionamentos humanos.

E por ser assim, o líder acaba motivando as pessoas a fazerem o que é necessário, ou seja, de novo, ele não impõem nada, ele motiva as pessoas a fazerem porque querem. Por isso mesmo seu trabalho é fundamental em equipes, porque ele é o agente estabilizador e o motor propulsor para que as coisas funcionem de uma maneira mais harmônica e, quase sempre, mais produtiva.

Outra coisa importante para se ressaltar é que o líder está sempre à frente. Sempre.

Ele sabe o que deve ser feito, como deve ser feito e quando deve ser feito. Ele detém o controle da situação, mesmo quando ele nunca vivenciou aquilo antes.

As pessoas com estas características são razoavelmente raras de serem vistas por aí, apesar de muitos dizerem as possuem. Por isso mesmo elas tendem a serem admiradas e, por consequência, seguidas.

Sempre houveram líderes na história, mas só recentemente eles começaram a ser valorizados dentro das empresas.

Desta forma, fazendo uma análise entre os 3 perfis, notamos que o líder é o conciliador. Por isso mesmo as grandes instituições valorizam seu trabalho, pois ele se traduz em cifras e qualidade. Ou seja, o líder quando bem utilizado, dinamiza a empresa tornando-a mais harmônica por integrar processos e pessoas naturalmente e isso tudo, ao final, se traduz em dinheiro.

Logo, não é apenas o fato dele facilitar todo o processo que o valoriza tanto, mas também porque ele rende dinheiro ao aumentar a produtividade.

Simples assim.

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FELIZ ANO NOVO!!! Um 2011 cheio de bons negócios!

30 de dezembro de 2010 4 comentários

Prezados(as) leitores(as),


É com muito prazer e satisfação que lhes desejo um Feliz Ano Novo!!!

Após um ano com muitas informações, acontecimentos e desafios, celebraremos amanhã mais uma virada de ano juntos.

Que 2011 seja um ano de realizações profissionais, e também pessoais, pois quando fazemos o que gostamos, essa diferenciação não existe e se ainda não fazemos isso, é importantíssimo que passemos a nos focar desta forma.

Um grande abraço e tudo de melhor,

Henrique Zanon

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Medindo o desempenho…

29 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Indicadores Chave de Desempenho, em inglês Key Performance Indicator (KPI), medem o nível de desempenho do processo, focando no “como” e indicando quão bem os processos de tecnologia da informação permitem que o objetivo seja alcançado.

KPIs são “veículos de comunicação”. Permitem que os executivos do alto escalão comuniquem a missão e visão da empresa aos mais baixos níveis hierárquicos, envolvendo diretamente todos os colaboradores na realização dos objetivos estratégicos da empresa.

Aplicações

  • Tempo de tratamento de um pedido de mudança nos níveis de serviço.
  • Freqüência de levantamento de satisfação do cliente.
  • Tempo de levantamento de assuntos relacionados a níveis de serviço.
  • Impacto da qualidade de recursos financeiros adicionais para o atendimento do nível de serviço definido.

Os Indicadores-Chave de Desempenho (ICD/KPI), tiveram sua aplicação estendida às mais diversas questões referentes aos negócios e empresas. Com os recursos disponíveis de tecnologia da informação, Hardware e Software, pode-se gerar indicadores para qualquer etapa de um processo e medir o seu resultado. Muitas empresas, quando nos referimos metaforicamente,trabalham com KPIs como instrumentos de sua navegação. Eles vão além das tradicionais métricas financeiras e passam a medir o sucesso dos processos nas organizações. A combinação de indicadores pode apontar o sucesso e a conclusão de um objetivo estratégico em uma empresa.

Cabe aos altos executivos e suas equipes, definirem quais serão os Indicadores-Chave de Desempenho pois em uma empresa podem existir diversos indicadores que de alguma forma apontam resultados e apoiam diagnósticos. Devem ser eleitos como KPIs apenas aqueles cujo atingimento seja capaz de alinhar a empresa com a sua visão e objetivos estratégicos. Um método constantemente aplicado em organizações para a escolha dos indicadores chaves de desempenho é o Balanced Scorecard.

Outro fato importante referente a ICDs/KPIs, é que quando forem compatíveis e disponíbilizados, é possível comparar desempenhos entre empresas. As empresas de melhor desempenho podem servir de Benchmark para outras que desejem estar alinhadas com as melhores práticas no mercado.

Exemplos de KPIs

  • Time to Market – Tempo de lançamento de um produto. Conta-se do desenvolvimento do Conceito à disponibilidade para venda.
  • Lead Time – Tempo de Duração de um processo.
  • OTIF – Sigla do inglês On time in Full que quer dizer: No tempo e completo. Aplicado à distribuição de produtos e/ou gerenciamento de fornecedores.
  • Stock Out – Número de vezes ou dias que determinado item controlado no estoque chega ao saldo zero.
  • Market Share – Fatia de mercado que um determinado produto possui em um período.
  • Produtividade Homem/hora. Número de unidades produzidas por mão-de-obra escalada na produção.
  • Ociosidade – % de tempo que uma máquina, equipe, ou planta ficam parados.
  • Giro de Estoque – Consumo(Saídas) / Saldo Médio de estoque.

Para acessar um passo-a-passo de como aplicar o KPI, clique aqui.

Fonte: Wikipedia

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Lembrete de Natal

23 de dezembro de 2010 1 comentário

Mais um ano se foi e mais um Natal chegou.
Apesar de ser uma época encantadora, cheia de felicidade e alegria, este período esconde seu lado negro e sombrio.
Provavelmente é no começo de 2011, como o começo de todos os anos, que as pessoas sentirão isso, devido aos financiamentos e parcelamentos adquiridos durante esta época que somarão com os demais gastos relacionados como matrículas/re-matrículas de colégios, materiais escolares, IPVA, entre outros.
Isso tudo tende a se acumular e, se não foi bem planejado, provavelmente irá impactar negativamente as finanças em geral.
Portanto, se você não se programou para os gastos que teve, tem a oportunidade de se programar para os gastos que terá, evitando assim surpresas logo no começo do ano.
Faça suas contas e organize-se! Valerá a pena lá na frente!
Este blog disponibiliza uma planilha para planejamento pessoal, criada por mim.
Entre em contato ou acesse o tópico falando sobre Finanças Pessoais.

Boas festas e Feliz Natal à todos!!!


Abraços,
Henrique Zanon

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Planejamento Estratégico

13 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

O Planejamento estratégico é um processo gerencial que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação. Para Bateman e Snell (1998), a administração estratégica é um processo envolvendo administradores de todos os níveis da organização, que formulam e implementam objetivos estratégicos. Já o Planejamento Estratégico seria o processo de elaboração da estratégia, na qual se definiria a relação entre a organização e o ambiente interno e externo, bem como os objetivos organizacionais, com a definição de estratégias alternativas (MAXIMIANO, 2006).

Segundo Públio (2008) em seu livro: Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda. O estabelecimento de um planejamento estratégico de marketing envolve cinco atividades:

  • Definição da missão corporativa.
  • Análise da situação.
  • Formulação de objetivos.
  • Formulação de estratégias.
  • Implementação, Feedback e controle.

 

Planejamento e gestão estratégica de marketing

Os desequilíbrios nas atividades de marketing e a falta de cooperação entre as empresas causam desperdícios de recursos. Um modelo de planejamento e gestão estratégica de marketing tem vindo a ser usado com sucesso em algumas empresas, no sentido de reduzir alguns problemas. São muitos os exemplos de fracasso de empresas, quando se relacionam como mercado. É comum verificar-se falta de pesquisa, erros de posicionamento, de politicas de preços, de comunicação, canais de distribuição, de produtos e até de volumes de produção. O que reflecte a ausência de harmonia nas actividades de marketing. A mudança no sentido da globalização dos mercados tem levado as empresas a expandirem o seu âmbito de acção. As fronteiras têm sido reduzidas e as empresas estão mais especializadas nas suas actividades “core business”, o que implica um maior número de relações contratuais nacionais e internacionais, seja para o fornecimento ou para a distribuição de produtos ou serviços. O conceito de empresa vista como rede produtiva é de fácil compreensão. Qualquer empresa tem o seu conjunto de fornecedores (a sua “supply chain”) e de distribuidores (canais), que fazem com que os produtos e serviços cheguem ao consumidor final. A empresa envie produtos, serviços e mensagens de marketing, e recebe por parte do mercado informações, pagamentos e pedidos de novos produtos. Estes são os fluxos que as redes tentam sempre melhorar. Mas na rede também é possível encontrar as empresas de ser viços, que não compram e vendem produtos, mas desempenham serviços fundamentais para que a rede funcione, como é o caso de serviços de transporte, de seguros, de stocks, de pesquisa, de certificação, entre outros.

A Formulação da Estratégia

A formulação de estratégia pode ser desdobrada em três níveis (Kotler,2000): corporativo, empresarial ou da unidade estratégica de negócio (UEN ) e funcional.

No nível corporativo, a formulação da estratégia (planeamento estratégico) refere-se à definição, avaliação e selecção de áreas de negócio nas quais a organização irá concorrer e a ênfase que cada área deverá receber. Neste nível, a questão fundamental é a alocação de recursos entre as áreas de negócio da organização, segundo os critérios de atractividade e posição competitiva de cada uma dessas áreas, e as estratégias são predominantemente voltadas para o crescimento e a permanência (sobrevivência) da empresa.

A formulação estratégica no segundo nível – empresarial ou da área estratégica de negócios – está relacionada ao uso eficiente dos recursos e diz respeito ao dimensionamento que a organização irá dar ao portfólio dos negócios. Nesse nível, predominam as chamadas estratégias competitivas. Assim, a estratégia da unidade de negócio diz respeito à maneira como uma organização irá concorrer nos mercados escolhidos.

A formulação estratégica no nível funcional relaciona-se com o processo por intermédio do qual as várias áreas funcionais da empresa irão usar seus recursos para a implementação das estratégias empresariais, de modo a conquistar vantagem competitiva e contribuir para o crescimento da organização. Assim, por exemplo, em cada unidade de negócio, a área funcional de marketing irá desenvolver o processo de planeamento tendo em vista a formulação de estratégias competitivas e a consecução dos objectivos da unidade de negócio em mercados específicos.

Em empresas de dimensão média, o planeamento estratégico de marketing e o planeamento operacional de marketing podem ser desenvolvidos como um processo único (e em organizações menores), o processo de planeamento incorpora os três níveis simultaneamente. Se uma determinada organização contar apenas com uma única unidade de negócios, as decisões do primeiro e segundo níveis são tomadas pelas mesmas pessoas. Em organizações com múltiplos negócios, as decisões no nível da unidade de negócios são tomadas pelos executivos de maior nível dentro da unidade; no nível da área funcional, as decisões são tomadas pelos respectivos gestores. Em algumas empresas, a responsabilidade pode caber ao gestor de marketing, ao gestor de marca ou ao gestor de produto; em outras, os planos são elaborados por um comité. Existem ainda aquelas que contratam consultores de marketing para redigir o plano.

No plano de marketing, devem ser identificadas as unidades operacionais e os gestores responsáveis pela realização das várias actividades previstas no programa de acções. Os gestores deverão participar do processo por constituírem os agentes facilitadores do mecanismo de consecução das acções contidas no plano de marketing. Como elementos comportamentais desejáveis nesses gestores, destacam-se:

  • Habilidade de entender os outros e saber negociar;
  • Força para ser justo, a fim de colocar as pessoas e alocar os recursos onde serão mais eficientes;
  • Eficiência sobre os aspectos críticos do desempenho ao gerir as tarefas de marketing;
  • Habilidade de criar uma ambiente informal propício para enfrentar cada problema com o qual se defronte.

Ressalte-se, ainda, que a aprovação final do plano de marketing cabe ao CEO ou ao presidente, embora muitas organizações recorram a comités executivos, que avaliam e filtram os planos de marketing antes de submetê-los ao dirigente que o aprovará.

Missão corporativa

A missão corporativa está relacionada com o direcionamento da empresa mediante seus funcionários e colaboradores. É a finalidade pela qual todos os esforços da empresa estão direcionados totalmente as empresas.

Qual é o nosso negócio? Quem é o cliente? O que tem valor para o cliente? O que se pretende proporcionar de beneficios aos nossos clientes ? A Missão corporativa deve responder a estas perguntas aparentemente simples, que fazem a diferença nas decisões gerenciais mediante um ambiente competitivo acirrado. Exemplo :A Missão da Sadia S/A é: “Alimentar consumidores e clientes com soluções diferenciadas“.

As melhores missões são aquelas guiadas por uma visão utópica de realização, uma espécie de sonho impossível que fornece um direcionamento a longo prazo. É aquela que busca atender às necessidades dos clientes, dos acionistas, da sociedade e também dos funcionários

Análise da situação

Na análise da situação se consideram os dados históricos relevantes sobre o mercado, a empresa e o produto. Faz-se uma análise de como o composto mercadológico tem sido usado, e têm-se uma visão de como a concorrência tem atuado. Neste momento é imprescindível o bom uso da pesquisa de mercado . A matriz BCG, a análise SWOT, e outras ferramentas de marketing são também usadas aqui para revelar o panorama macro e micro ambiental.

Análise Ambiental

Antever as mudanças e conhecer a situação atual aumenta as chances de um bom planejamento de marketing. Isto devido ao Marketing ser influenciado por uma gama de variáveis macroambientais que representam fatores existentes no contexto da empresa e que muitas vezes fogem ao seu controle. Com isso, mudam as intensidades, os costumes e os acontecimentos no processo de comercialização.

Alguns fatores que devem ser levados em conta:

  • Variáveis Ambientais;
  • Variáveis Culturais/Sociais;
  • Variáveis Demográficas;
  • Variáveis Econômicas;
  • Variáveis Jurídicas/Políticas;
  • Variáveis Psicológicas;
  • Variáveis Tecnológicas;

Análise SWOT

A análise SWOT é uma poderosa ferramenta de planejamento estratégico, e deve ser realizada ao menos uma vez por ano, durante o planejamento estratégico de marketing ou apenas planejamento estrategico. A sigla SWOT, vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças), pois estes são justamente os pontos a serem analisados.

Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, segundo PÚBLIO (2008) a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen. Por outro lado, TARAPANOFF (2001:209) indica que a idéia da análise SWOT já era utilizada há mais de três mil anos quando cita em uma epígrafe um conselho de Sun Tzu: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ” (SUN TZU, 500 a.C.) Apesar de bastante divulgada e citada por autores, é difícil encontrar uma literatura que aborde diretamente esse tema.

Análise de portfólio

Não basta satisfazer os consumidores, se isso não for feito de uma maneira lucrativa. A estratégia de marketing deve portanto identificar, atrair e manter clientes rentáveis, ou seja, aqueles que geram um fluxo de receita e que excede o fluxo de custo de se atrair, vender e servi-los. Todavia, todas as empresas perdem dinheiro com alguns de seus clientes. Em “Customers for life”, Carl Seweell atesta a conhecida regra 80/20 do Princípio de Pareto, mostra que 20% dos principais clientes podem gerar até 80% do lucro da empresa, metade do qual é perdido para atender a base formada por 20% de clientes não-rentáveis. A implicação é que uma organização pode ser mais rentável se souber como “dispensar” seus piores clientes.

Existem também diferentes rentabilidades para cada produto ou serviço. O modelo do Boston Consulting Group, conhecido como Matriz BCG, foi pioneiro na análise do portfólio de produtos ou unidades de negócios.pois o mesmo criou as tais areas do BCG junto com tudo o que foi exposto até agora sobre o assunto e muito mais (wemerson)

Formulação de alternativas estratégicas

Identificar estratégias alternativas para solucionar problemas ou aproveitar oportunidades. Os dois métodos normalmente utilizados para identificar novas estratégias são a análise de clientes e segmentação.

Análise de Clientes

A análise de clientes permite responder a perguntas que podem criar novas oportunidades, nomeadamente: Quem é o nosso cliente? Ao definir quem compra à nossa empresa estamos também a definir quem não compra, e todos constituem oportunidades potencias. Potencialidade de Novos clientes a serem servidos (especialmente semelhantes os actuais). Onde está o nosso Cliente? Ao definir onde estão os clientes podemos criar novas áreas geográficas, novos canais de distribuição ou até mesmo novos horários de trabalho. Quais as necessidades dos nossos clientes que não estão a ser satisfeitas? Ao definirmos as necessidades não satisfeitas estamos a criar novas oportunidades de negócio. O que é que o cliente Valoriza? Ao definirmos o valor do produto estamos a criar potenciais inovações ao actual produto.

Segmentação

O método da segmentação para criar oportunidades é baseado na matriz de segmentos.Primeiro deve se construir a matriz de segmentação com todos os segmentos onde a empresa opera. Cada matriz deve conter a estratégia actualmente utilizada (que nem sempre corresponde à planeada). O passo seguinte é apagar os segmentos que durante a análise do histórico da empresa se pretende abandonar. Terceiro procurar novos segmentos em que a empresa não esteja presente a operar e que potencialmente são mais sinergéticos em relação aos actuais segmentos. (informação que pode vir da análise de clientes). Os segmentos são tanto mais sinergéticos quanto mais próximos estiverem dos segmentos actuais.

Avaliação das alternativas

Analisar e estudar as consequências de cada uma das alternativas.

Decisão

Escolher a alternativa que melhor serve os objectivos delineados. A opção de manter a estratégia em vigor e por vezes a melhor decisão e nunca pode ser descurada.

Utilidade do Plano Estratégico

As necessidades de planejamento estratégico dependem das oportunidades e ameaças de cada empresa. Um planejamento eficaz necessita de identificar essas oportunidades, compreender os recursos necessários para as gerir, conhecer a disponibilidade desses recursos e a capacidade de os obter. A utilidade do planejamento pode, segundo Bernard Viollier (Presidente da AFPLANE), resumir-se em cinco aspectos.

1. Analisar e gerir a mudança;

2. Traçar as via de desenvolvimento coerente;

3. Melhorar os resultados da empresa;

4. Permitir a integração da empresa;

5. Instrumento de aprendizagem;

6. Instrumento de análise global;

FONTE: Wikipedia

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7 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Prezados(as) leitores(as),

 

Após um longo período de ausência, justifico-me dizendo que estive mantendo o foco em negócios e que os senhores(as) que acompanham este blog serão beneficiados com isso. Com mais interatividade à partir de agora, que a maioria dos conceitos fundamentais foi transmitida, entraremos em uma nova fase: analisar negócios, oportunidades e afins através de notícias e dúvidas.

“A porta permanecerá aberta” e se houverem sugestões de melhoria para o blog ou de tópicos à serem abordados, o e-mail continua o mesmo: focoemnegocios@gmail.com

Vitória!

 

Vamos em frente!

Abs,

Henrique Zanon

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